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sexta.frieira();

A sexta-feira ainda nem acordou. Nublada e sonolenta. O sol se encoberta atrás de nuvens aveludadas. Alguns chegarão ao trabalho a contragosto pela força do hábito. Outros se atrasarão, mas com o bocejo de uma desculpa perfeita.



 Escrito por Dígito às 08h27 [ ] [ envie esta mensagem ]



quinta.feira();

Sem eira nem beira nesta quinta.feira para blogar. Não irei reclamar da vida nem questionar o mundo. Porque não temos as respostas e as perguntas são muitas. Perdemo-nos nos labirintos do coração e jogaram as chaves fora. E tentei gritar, mas todos passavam cegos, surdos e mudos. 



 Escrito por Dígito às 08h27 [ ] [ envie esta mensagem ]



musica.ambiente(casa);

Ouvir música tem sido meu massageador para os nervos e neurônios. O trabalho tem consumido minhas retinas e minhas proteínas.

E quando chego em casa, as letras de um livro qualquer me parecem insuportáveis e soníferas. Deito, entretanto não consigo dormir. Ainda estou eletrizado. Os pés no chão gelado não descarregam minhas tensões. Tomaria um calmante, se eu gostasse de emplastos comprimidos.

Sairia um pouco de casa. Mas, como? Engarrafamento apocalíptico nas ruas e o medo em cada esquina. Então, tranco a porta e abro as janelas gradeadas. Convido uma brisa noturna para entrar. E ouço uma canção. Música natural em dolby-sound. O farfalhar das folhas e o andar das águas encontram-se no meu equilíbrio...



 Escrito por Dígito às 07h54 [ ] [ envie esta mensagem ]



sem.tempo();

O mundo gira cada vez mais rápido e compiicado. Explica-se o tempo por sua relatividade, mas também por seu imperioso autoritarismo capitalista. Somos pressionados a fazer mais por menos. Maximização dos lucros e minimização dos custos. E nessa roleta-russa vão-se os empregos, os salários, a saúde...



 Escrito por Dígito às 09h44 [ ] [ envie esta mensagem ]



bsb.renasce();

Brasília sem umidade é uma cidade morta. De grama inflamável, árvores retorcidas e broncopneumonias.

A chuva transforma. Leva a poeira. Lava as calçadas. Os prédios continuam cinzentos mas estendem-se tapetes em verde-mar. As cigarras cantam alegres e um passarinho respira fundo.

Brasília aflora de sua casca seca. É primavera outra vez, é outra semana...



 Escrito por Dígito às 09h15 [ ] [ envie esta mensagem ]